“O comércio eletrônico vem se consolidando como uma opção segura e mais barata para as pequenas empresas”, diz a diretora de marketing da Associação Comercial, Sandra Turchi, que fez a palestra de apresentação do seminário promovido pela Associação Comercial de São Paulo e a Câmara-e-net, que tem o patrocínio do Sebrae.
Para Edilson Flausino, consultor da câmara e-net, a participação das micro e pequenas empresas, que representam 99% dos estabelecimentos formais do País, ainda são tímidas. “É um mercado em potencial e as micro e pequenas empresas não podem perder essa oportunidade.”
Atualmente há 60 mil lojas fazendo comércio eletrônico no Brasil. Os pequenos negócios respondem por apenas 20% do faturamento do e-commerce, enquanto os 80% restantes estão concentrados nas mãos das 20 maiores empresas.
Segundo Sandra, as vantagens são inúmeras no comércio eletrônico: não são necessários atendentes; funciona 24 horas, não há investimento em gôndolas, não há atendimento no balcão; há menos horários de pico.
Para entrar neste mundo virtual, no entanto, é preciso que o pequeno empresário esteja estabelecido como uma empresa. “Ele precisa abrir uma empresa no mundo real, fazer um plano de negócios, verificar como se comporta a concorrência. Ou seja, para vale a máxima do mundo real: planejamento”, diz Sandra.
Apesar de não ter os custos da abertura de uma loja, o comércio eletrônico exige que o empresário invista principalmente em tecnologia, parceiros logísticos, marketing e formas de pagamento.
Sandra diz que os sites atualmente são meros cartões de visita. “Na rede mundial de computadores, a empresa precisa ter presença digital. Isso significa interação com as redes social (Orkut, blogs), com os buscadores e outras alternativas de marketing na internet”.
Fonte:
Agência Sebrae de Notícias
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Prezado empresário,
esta ainda tímida participação de 20% das pequenas e médias empresas no e-commerce nacional ganhou, somente no ano de 2008, 6% de participação de mercado, tornando flagrante seu significativo crescimento.
São causas deste crescimento os custos cada vez menores de tecnologias e de divulgação online e a maior oferta de fornecedores especializados. E também o próprio comportamento do consumidor que, ao tornar-se cada vez mais habituado com as compras pela web, passa a priorizar a melhor oferta ao custo de poucos cliques em detrimento das marcas conhecidas do varejo online.
Nós, da equipe do iPAGARE, desenhamos um serviço que atende da melhor forma as necessidades das pequenas e médias operações de e-commerce. Entre em contato com nossos consultores e saiba como podemos ajudá-lo.
Abraços
Flávio Maciel